Se você escreve partituras orquestrais e trabalhava com o Finale, provavelmente está procurando a ferramenta certa para mudar, já que ele parou de ser desenvolvido em agosto de 2024.

A escrita orquestral cobra coisas que um projeto pequeno nunca testa: instrumentos transpositores escritos corretamente, vinte pautas ou mais para colocar na ordem de partitura, marcas de ensaio que continuem certas depois de um corte, pausas longas agrupadas nas partes e uma parte limpa para cada músico. Suas partituras atuais também precisam poder ir com você, e isso depende mais do que seus arquivos antigos exportam do que do editor que você prefere.

É isso que vale conferir, e como o Flat se sai em cada ponto.

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Como estão suas partituras agora que o Finale não tem mais suporte

O Finale continua abrindo em qualquer máquina onde já esteja autorizado, e a MakeMusic disse que o download e a autorização dos produtos registrados seguirão disponíveis no futuro previsível. Então não existe um corte seco. O que existe é um estreitamento lento: o desenvolvimento acabou, o suporte técnico fechou e cada nova versão de sistema operacional é uma com a qual o aplicativo nunca foi testado. Muita gente ainda vai tirar alguns anos dele.

Um catálogo orquestral é um caso à parte. Não são arquivos que se reconstroem numa tarde. Uma única partitura pode representar meses de trabalho, e as partes que a acompanham foram corrigidas ao longo de vários ensaios. Se uma peça for programada de novo em três anos, você precisa abri-la, ajustar as duas coisas que os músicos apontaram e imprimir um jogo novo. Por isso vale mudar com critério em vez de pegar a primeira indicação de um fórum. Se quiser ver o panorama completo primeiro, olhamos as principais alternativas ao Finale separadamente.

O que procurar em uma alternativa ao Finale para partituras orquestrais

Partituras orquestrais têm exigências que formatos menores nunca revelam. Estas são as que vale testar antes de mover um catálogo.

  • Transpositores nos dois sentidos. Você precisa ler a harmonia real enquanto trabalha e entregar a cada músico uma parte no tom dele. O Flat pode mostrar a partitura em som real ou na escrita de cada instrumento, então clarinetes e trompas leem o que esperam sem um arquivo separado.

    💡 Mostrar a partitura em som real.
  • Um efetivo grande que dê para reordenar. Vinte pautas ou mais têm que ficar na ordem de partitura, e essa ordem muda quando entra uma segunda harpa ou sai um dobramento. O Flat deixa você adicionar, remover e reordenar partes numa partitura existente em vez de começar de novo.

    💡 Adicionar, remover ou reordenar partes.
  • Marcas de ensaio que mantêm a sequência. Nada gasta mais tempo de ensaio do que marcas que deixaram de bater depois de um corte. O Flat tem letras e números de ensaio e mantém a sequência conforme você acrescenta ou remove.

    💡 Adicionar ou remover marcas de ensaio.
  • Pausas agrupadas nas partes. Um terceiro trombone não deveria contar quarenta compassos vazios um por um. O Flat agrupa pausas de mais de três compassos, que é exatamente o que as partes precisam.

    💡 Adicionar ou remover pausas agrupadas.
  • Divisi em uma só pauta. Duas linhas independentes numa mesma pauta de cordas, com ritmos próprios, é escrita comum e não caso extremo. O Flat aceita mais de uma voz dentro de uma pauta.

    💡 Trabalhando com vozes.
  • Controle de onde quebram sistemas e páginas. As viradas de página decidem se uma parte é tocável. O Flat deixa você colocar as quebras de sistema e de página em vez de aceitar o que o layout automático fizer.

    💡 Adicionar ou remover quebras de sistema.
  • Mudanças graduais de tempo. Um accelerando não é uma indicação de texto, deveria afetar o que você ouve ao conferir uma transição. O Flat trata accelerando e ritardando como mudanças de tempo e não como enfeite.

    💡 Accelerando e ritardando.
  • Exportar a partitura e todas as partes. Uma partitura de regente e depois trinta partes é o entregável real. O Flat exporta a partitura completa, uma parte ou um conjunto de partes, em PDF, MIDI ou MusicXML, além de um MP3 ou WAV da reprodução.

    💡 Imprimir e exportar suas partituras.

Com que facilidade suas partituras migram

Mover um catálogo é mais rápido do que quase todo mundo espera. Exporte do Finale enquanto ainda tiver uma instalação funcionando, porque os arquivos dele só abrem no Finale e o MusicXML é a saída. Também não precisa ir de uma em uma: o Finale exporta para MusicXML em lote, então o catálogo inteiro pode sair numa única passagem. Existe um guia passo a passo para o lado do Finale, e o Flat lê esses arquivos direto. Notas, atribuição de instrumentos e quase todas as indicações chegam intactas, embora numa partitura grande valha conferir as pautas transpositoras e as viradas de página antes de imprimir partes.

O que não exportar, ou só existiu em papel, entra por outro caminho. O Flat importa PDFs e os transforma em partituras editáveis, o que cobre o material antigo que nunca esteve em software nenhum. Se quiser o detalhe de como a transposição funciona, temos um artigo à parte sobre transposição.

Por que o Flat funciona para partituras orquestrais

A partitura não fica presa a uma máquina. O Flat roda no navegador e como app no iOS e no Android, então o movimento que você estava orquestrando na sua mesa é o mesmo arquivo que você abre num notebook num ensaio, sem nada para exportar e sem versão para controlar. Num trabalho que se estende por meses, só isso já elimina uma categoria de erro.

A outra diferença é quem mais pode entrar. Duas pessoas podem trabalhar na mesma partitura ao mesmo tempo, então um copista, um assistente ou um regente com dúvidas pode estar dentro do arquivo real em vez de anotar um PDF que você depois tem que passar a limpo. E quando quiser ver como outra pessoa dispôs um efetivo grande, as partituras públicas da comunidade do Flat podem ser clonadas na sua biblioteca e desmontadas.

Pronto para tirar sua primeira partitura do Finale? Experimente o Flat gratuitamente!

Perguntas frequentes

O que procurar em uma alternativa ao Finale para partituras orquestrais?

Instrumentos transpositores escritos corretamente com visão em som real, um efetivo grande que você consiga reordenar, ensaios que mantenham a sequência, pausas agrupadas nas partes, divisi em uma única pauta e exportação da partitura completa ou de qualquer parte.

O Flat lida com instrumentos transpositores numa partitura completa?

Sim. O Flat pode mostrar a partitura em som real ou na escrita de cada instrumento transpositor, então você confere a harmonia real e depois entrega a cada músico a parte no tom dele.

O Flat abre arquivos .mus ou .musx do Finale diretamente?

Não. Os arquivos .musx e .mus do Finale só abrem no próprio Finale, então você precisa exportá-los como MusicXML de uma instalação do Finale que ainda funcione e importar esse arquivo no Flat. Partituras que você já não consegue abrir no Finale podem entrar como PDF.

Posso exportar todos os meus arquivos do Finale para MusicXML de uma vez?

Sim. O Finale exporta para MusicXML em lote, então um catálogo inteiro pode ser convertido em uma única passagem em vez de aberto e salvo peça por peça.

O Flat agrupa pausas longas nas partes?

Sim. O Flat aceita pausas agrupadas, que reúnem pausas de mais de três compassos e servem principalmente nas partes, para ninguém ter que contar compassos vazios um por um.

Posso colocar marcas de ensaio que se renumerem sozinhas?

Sim. O Flat tem letras e números de ensaio e mantém a sequência em ordem conforme você acrescenta ou remove, o que importa quando se corta compassos no fim do processo.